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Abate de suínos cresceu 5,5% no primeiro trimestre

Avicultura/Suinocultura Industrial

De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no 1º trimestre de 2019, foram abatidas 11,31 milhões de cabeças de suínos,representando aumentos de 5,5% em relação ao mesmo período de 2018, e de 1,1% na comparação com o 4° trimestre de 2018. Desde 2001 não acontecia de um primeiro trimestre alcançar uma produção maior na comparação com o trimestre imediatamente anterior (4° trimestre), o que culminou com o melhor primeiro trimestre do abate em toda a série histórica, iniciada em 1997. Em todos os meses do 1° trimestre de 2019 alcançou-se também o melhor resultado da série histórica para cada mês, respectivamente.

O peso acumulado das carcaças alcançou 992,28 mil toneladas, no 1º trimestre de 2019, representando aumentos de 3,9% em relação ao mesmo período de 2018, e de 1,2% em relação ao trimestre imediatamente anterior (Gráfico I.7). Os animais foram abatidos com peso médio de 87,7 kg, queda de 1,5% em relação ao 1° trimestre de 2018 (89,0 kg).

A Região Sul respondeu por 66,2% do abate nacional de suínos, no 1º trimestre de 2019, seguida pela Sudeste (18,6%), Centro-Oeste (14,2%), Nordeste (0,9%) e Norte (0,1%).

De acordo com o IBGE o abate de 589,01 mil cabeças de suínos a mais no 1º trimestre de 2019, em relação ao mesmo período do ano anterior, foi impulsionado por aumentos em 20 das 25 Unidades da Federação participantes da pesquisa. Entre os Estados com participação acima de 1%, ocorreram aumentos em: Santa Catarina (+195,14 mil cabeças), Rio Grande do Sul (+104,40 mil cabeças), São Paulo (+83,14 mil cabeças), Paraná (+74,00 mil cabeças), Minas Gerais (+66,05 mil cabeças), Mato Grosso (+64,11 mil cabeças), Goiás (+9,34 mil cabeças) e Mato Grosso do Sul (+5,25 mil cabeças). Em contrapartida, neste trimestre não ocorreram quedas em UF’s com participação acima de 1%. No ranking das UFs, Santa Catarina continua liderando o abate de suínos, com 26,6% da participação nacional, seguido por Paraná (20,7%) e Rio Grande do Sul (18,8%).

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